Engraçado que essa semana, rodando o filme em que a morte é do filho e não dá mãe eu lembrei da entrevista da Ana Beatriz essa mesma que faz a futura mãe morta.
Ela disse, acho que no canal Brasil ou no Marília Gabriela, que sua memória de querer atuar estava justamente quando via sua mãe chorar num enterro. E agora essa emblemática estrutura, deixa que a jornada heróica seja órfã.
Essa premissa gera um ciclo de tudo ou nada sobre a figura materna.
Para mim um clássico exemplo é a importância da mãe pata é para o Patinho Feio.
No entanto sua narrativa é frequentemente reprojeta sem a figura materna. Crise Édipo/Eletra? OK, clássico. Porém, um fôlego contemporâneo da maternagem tem urgência representatividade. Emoticon wink

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