domingo, 26 de julho de 2015

Eu que Nada Sei Mas Desconfio De Muita Coisa

Da série somos todos marron e não marrons.


 Nossas representantes do nado sincronizados não são marrons. 

Matéria no rjtv num centro olímpico numa comunidade de baixa renda. 

Há muitas meninas marrons lá. Elas gostam do intercâmbio. 

Torcem pela nossa identidade brasileira que transcendem a nossa miscigenação de etnia. 

Foram menos de 5 minutos de matéria. 

Ao meu ver daria um longa metragem de documentário e o tema ainda não acabaria...

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Heroínas e a Morte de Sua Mãe parte 1

Por que matam as mães das heroínas, em especial as heroínas românticas?





 Engraçado que essa semana, rodando o filme em que a morte é do filho e não dá mãe eu lembrei da entrevista da Ana Beatriz essa mesma que faz a futura mãe morta. 

Ela disse, acho que no canal Brasil ou no Marília Gabriela, que sua memória de querer atuar estava justamente quando via sua mãe chorar num enterro. E agora essa emblemática estrutura, deixa que a jornada heróica seja órfã. 

Essa premissa gera um ciclo de tudo ou nada sobre a figura materna.


 Para mim um clássico exemplo é a importância da mãe pata é para o Patinho Feio.

No entanto sua narrativa é frequentemente reprojeta sem a figura materna. Crise Édipo/Eletra? OK, clássico. Porém, um fôlego contemporâneo da maternagem tem urgência representatividade. Emoticon wink

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Nosso telejornal e colunistas críticos

Somos todos Fênix de nossas reais lendas urbanas. 

Muitas coisas de tanto se repetir viram comum.

 Ainda assim nem tudo que é comum deveria ser normal. 

Cuidar dos efeitos de uma violência é mais do que um registro num tele jornal vinculado à uma edição estratégicamente patrocinada por anunciantes.

O que ao meu ver precisa normatizar é nossa consciência de cidadania para muito além do que assinar embaixo da nova coluna do Gregório.

 Igualmente editada e patrocinada em publicidade. Acho legítimo essas colunas, mas são só um recorte de diálogo e não um monólogo com respostas absolutas.



Um Teaser Chamado Esperança

Reportagem do Rjtv começa com teaser de que estamos carente de boas notícias. O telejornal é carioca e a protagonista dessa reportagem é mineira. 

Era analfabeta, estudou e se formou em história da arte pela Universidade Estadual da Terceira Idade do Rio de Janeiro. Entrei na faculdade com 19 anos, percebia a diferença de bagagem de vida para agregar ao conteúdo elaborado academicamente.



 Talvez a ordem dos fatores altere o produto. Foi um privilégio ter esse papel de diploma para meu legado profissional. Porém, quando tiver a idade da entrevistada veria com bons olhos voltar ao estudo. Não para competir títulos e sim para dialogar experiência de vida a informação intelecto. Emoticon wink