segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Coutinho e seu jogo cena

A maioria que pergunta Eduardo quem, já assistiu o legado dele no Globo Repórter por exemplo.

A posteridade dessa autografia é inevitável e é mais do que o crédito. 

Talvez foi aí o pulo do gato de Coutinho: mais do que um direcionador, um maestro! 

Mesmo com uma obra extraordinária, lendária e hour concour, as estrelas do Coutinho eram os outros e não ele. 

É uma perda, fato! Mas só se perde, o que já se teve. 

Boa parte dos frutos que o Coutinho espalhou alimentou e alimenta as sementinhas de estudante e amantes de cinema. 

Nesse climax, meu foco narrativo é lembrar que é uma honra tê-lo como Mito, como bagagem e repertório.

Como um bom Mito, ele transcende e se imortaliza pelo conjunto de sua obra! 

É nessa vibração que quero alimentar esse Mito!

Com o tema do blog, é fácil imaginar meu filme preferido dele né?!
JOGO DE CENA

Cenas dos próximos capítulos: Versão e Aversão

A escrita veio antes de cristo, consequentemente, tem a herança mais diversificada. O audiovisual em um pouco mais do que 100 anos se 'bancou' em estratégicas para se expor como prioridade cultural com heranças mais prematuras. É um cargo complexo, mas a luta continua... é só o gancho para os próximos capítulos!

Eu vejo tv aberta como uma grande escola integral. Os olhares do telespectador é anonimo em uma classe super lotada de 'alunos'. Onde seus 'professores' estão esgotados. 

Uma novela fica em média 35 semanas no ar, a cada 6 capítulos tem duração média de ''1 longa-metragem semanal''. Como passar de ano nesse ''supletivo''?! O bom aluno faz a escola, a escola não faz um bom aluno. 

Intertextualizar outras artes aguça o repertório que cada espectador carrega (consciente ou não disso). Uma obra é a cumplicidade entre o olhar que produz e o olhar que consome.

Minha dica do dia: pronuncie sua contribuição como telespectador! Todo produto tem central de atendimento, no audiovisual não é diferente.