A posteridade dessa autografia é inevitável e é mais do que o crédito.
Talvez foi aí o pulo do gato de Coutinho: mais do que um direcionador, um maestro!
Mesmo com uma obra extraordinária, lendária e hour concour, as estrelas do Coutinho eram os outros e não ele.
É uma perda, fato! Mas só se perde, o que já se teve.
Boa parte dos frutos que o Coutinho espalhou alimentou e alimenta as sementinhas de estudante e amantes de cinema.
Nesse climax, meu foco narrativo é lembrar que é uma honra tê-lo como Mito, como bagagem e repertório.
Como um bom Mito, ele transcende e se imortaliza pelo conjunto de sua obra!
É nessa vibração que quero alimentar esse Mito!
Com o tema do blog, é fácil imaginar meu filme preferido dele né?!
JOGO DE CENA
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