quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Papel do Patinho Feio é uma pegadinha?

Olá blog, boa noite!

O papel da estética numa narrativa tem várias influências e geralmente o visual 'entrega' algum dado  emocional do personagem. Por isso a estética também tem uma motivação funcional de ser um 'cartão de visita ideológico'. Ainda que a estética possa ter um potencial público alvo, cada personalidade é única em traduzir a sua versão sobre um mesmo 'modelo'. Por exemplo o papel 'Patinho Feio' pode ser uma metamorfose ambivalente:

Em ''Shrek' (2001, 2004, 2007 e 2010) a personagem Fiona desisti de antigos ideias para resgatar sua identidade natural junto com a cumplicidade de seu marido.

Já em ''O Diabo Veste Prada'' (2006) a personagem Andy re-administra seus ideais, se adapta a somar uma nova característica à sua identidade sem o apoio de seu namorado. 

O mais irônico é que a estética ou roupa é só uma consequência de uma natureza que já existe... E ainda assim a mudança de visual gera desconforto no digníssimos pretendentes do 'patinho feio'.

Para não perder o hábito, trechos e link da winkpédia sobre os filmes:




Obrigada pela visita, até a próxima!

Bjs

sábado, 1 de setembro de 2012

Jéssica de Uma cilada para Roger Rabbit (1988)

Bom dia Blog! Feliz de estar de volta!

O texto de hoje é sobre Jéssica (1988 ) que tem muitas semelhança com Gilda (1946)
O papel da mulher fatal existem em diversos personagens. 

Acho estranho eu falar papel e personagem? Pois é personagem é todo o perfil da pessoa, nós mesmos somos personagens da vida real. Por exemplo, meu personagem se chama Frida que desempenha os papéis de: Mãe, Esposa, Profissional, Estudante, Blogueira, etc.

Cada papel tem motivações próprias que são 'desenhadas' pelo comportamento geral dos personagem. Por isso que o papel 'mulher fatal' pode estar em  diversos personagens. No caso, Gilda tinha uma carência que a Jéssica não demonstra, ambas no mesmo papel com perfil de personagens diferentes. E isso gera diferentes consequências na narrativa...

Achei importante falar da diferença de papel para personagem, porque me baseio nisso para escrever aqui no blog. Depois desses dois exemplos de 'mulher fatal', no próxima texto vou tentar abordar outro perfil de personagem feminino: como a estética vira conflito para alguns personagens femininos.

Obrigada pela vista, até a próxima!
bjs 


OBS:
Quer saber mais sobre o filme de onde a Jéssica veio? http://pt.wikipedia.org/wiki/Who_Framed_Roger_Rabbit


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Gilda (1946)

Bem vindos leitores a primeira 'exibição' de Afrodites do Cinema e Tv!

O propósito do blog é reunir personagens e -ou universos femininos exibidos nas telas de cinema e televisão, numa visão curiosa ao registros históricos sem necessariamente aprofundar em 'diagnósticos artísticos'. Esta é a liberdade da cadeira do telespectadores: ter a autonomia sobre qual leitura desejar fazer de uma cena, filme ou programa. rs

Hoje em cartaz é 
''GILDA''

O cinema noir é basicamente filmes com alto contraste no preto e branco, história de suspense com detetives e a arquétipo da mulher fatal. Muitos acreditam que era uma resposta social ao movimento feminista da época. Os primeiros filmes desse 'gênero' foi na década de 40.

Gostei da comparação que a Wikipedia faz em relação dos mitos 'mulher fatal' e 'Dalila (bíblia)'.

Numa escala cultural onde a herança de referências é passada de década por década, da Dalila à Gilda a identidade sexual da mulher teve muitas transformações. Porém, a algo em comum que torna essencial no universo feminino. Pra você vê, até desenho animado a Gilda 'virou' (mas isso papo para outro encontro).

Fico por aqui, segue uma pequena bibliografia para quem quiser saber mais sobre o tema na Wikipedia::

Obrigada pela visita, até a próxima!
Bjs

domingo, 12 de agosto de 2012

O começo, minha história e o cinema-tv

Tenho um interesse especial em assistir a identidade feminina projetada nas telas, por isso o título 'Afrodite do Cinema e Tv!'

Vou tentar resumir o que é minha história com o cinema e a tv.

Aos 5 anos já queria entrar em cena, daí joguei um sapatinho da Barbie na ventilação da tv para ver se assim conseguiria. É claro que isso não deu certo, mas foi nesse dia que decidi decifrar o mundo por atrás das telas (seja de cinema ou tv).

Aos 11 anos, descobri que existia faculdade de cinema e era lá onde queria chegar. E enquanto isso não acontecia: aluguei muitos filmes em VHS, fiz 2ºgrau técnico em publicidade, aulas e peças de teatro... 

Aos 19 anos comecei a faculdade de cinema. Fiquei realizada em alcançar essa meta, mas ao mesmo tempo essa meta virou ponto de partida.

Aos 22 anos me formei em bacharel de cinema e fiquei ansiosos 6 meses desempregada.

Aos 23 anos trabalhei nos festivais de cinema da CUFA (Central Única das Favelas) por 6 meses, saí de lá para começar estágio e oficina de continuidade no Projac.

Aos 24 anos, após concluir a oficina, comecei minha prestação de serviço como continuísta terceirizada no projac.

Atualmente, aos 29 anos, o projac é onde trabalho com maior frequência. Tive oportunidade de alternar outros locais e equipe de trabalho... em especial: 2 longas-metragem e 2 programas recentes (na multishow e canal saúde).

Ontem tive meu primeiro dia de aula numa pós-graduação em roteiro de cinema e tv.

Tenho gratidão por todos os personagens que cruzaram e ainda cruzam a minha trajetória, aprendi e aprendo muito com todos.

Agora, devidamente apresentados, vou me despedir. Outro dia volto para falar sobre minha paixão com 'o cinema e programas de meninha' que mitologicamente batizei de 'Afrodites do Cinema e Tv'. rs

Até a próxima!

Bjs