domingo, 8 de junho de 2014

O Papel Telespectadora versus Protagonista

A ponte entre os papéis do personagem e sua telespectadora é a mensagem história.

O mito de uma história não se forma só pela resolução final. As superações são frutos de insatisfação, um processo que pode oscilar pelo positivo e pelo negativo. Nessa jornada a união das etapas é a chave da essência dos mitos. Pular etapas descontextualiza em provável armadilha pejorativa. 

Como isso é projetado nos personagens femininos? O universo feminino e seus produtos no audiovisual tem premissa? A imagem entre o real e o ideal estimulam ou oprimem o papel do feminino? Respostas automáticas e "óbvias" contam a narrativa ancestral da feminilidade? Definições traçam uma androgenia sobre o papel feminino? A "fome" de referências projeta vivências na audiovisual?

A boa e má noticia é que refazer perguntas geram mais perguntas. Rs

E para isso o blog está de volta!

Reativar pelo audiovisual uma engrenagem da natureza feminina  capaz de rever essa desmistificação  equivocada, rasgar rótulos e reformular a relação com conteúdo.

  "Afrodites do Cinema e Televisão" está no ar: AÇÃO!!!