A ponte entre os papéis do personagem e sua telespectadora é a mensagem história.
O mito de uma história não se forma só pela resolução final. As superações são frutos de insatisfação, um processo que pode oscilar pelo positivo e pelo negativo. Nessa jornada a união das etapas é a chave da essência dos mitos. Pular etapas descontextualiza em provável armadilha pejorativa.
Como isso é projetado nos personagens femininos? O universo feminino e seus produtos no audiovisual tem premissa? A imagem entre o real e o ideal estimulam ou oprimem o papel do feminino? Respostas automáticas e "óbvias" contam a narrativa ancestral da feminilidade? Definições traçam uma androgenia sobre o papel feminino? A "fome" de referências projeta vivências na audiovisual?
A boa e má noticia é que refazer perguntas geram mais perguntas. Rs
E para isso o blog está de volta!
Reativar pelo audiovisual uma engrenagem da natureza feminina capaz de rever essa desmistificação equivocada, rasgar rótulos e reformular a relação com conteúdo.
"Afrodites do Cinema e Televisão" está no ar: AÇÃO!!!